ENTRE OS HOMENS DAS CAVERNAS E O PROJECTO HUMANO EXISTEM UNS SERES INTERMÉDIOS QUE SOMOS PRECISAMENTE NÓS.
6 de junho de 2011
5 de junho de 2011
1 de junho de 2011
nothing to add and then some
em fase de pré-"ai que sou uma doutora", não lhe encontro entusiasmo nenhum. São exames atrás de exames, noites mal dormidas, pele baça e olheiras, cabelo versão "sim, isto é uma vassoura", e unhas a desfazerem-se ao toque. pfff...
percebo agora o conceito "nerd". Uma gaja não consegue ter tempo para tirar um pêlo do buço e conseguir passar num exame ao mesmo tempo, sorry to say.
que postezinho tão desinteressante...
percebo agora o conceito "nerd". Uma gaja não consegue ter tempo para tirar um pêlo do buço e conseguir passar num exame ao mesmo tempo, sorry to say.
que postezinho tão desinteressante...
30 de maio de 2011
coito interrompido
mais ou menos a sensação que tenho com o fim de curso.
a ver:
a última frequência foi na sexta-feira passada, mas ainda hoje estive a acabar a merda dum trabalho que afinal não vai contar para nada;
amanhã tenho um exame numa matéria que não me dá pica nenhuma;
...acabaram-se-me as comparações com o titulo do post, pelo que vou dar como terminada esta história e vou estudar.
níveisde pachorra abaixo do limite permitido a gajas fixes como eu...
a ver:
a última frequência foi na sexta-feira passada, mas ainda hoje estive a acabar a merda dum trabalho que afinal não vai contar para nada;
amanhã tenho um exame numa matéria que não me dá pica nenhuma;
...acabaram-se-me as comparações com o titulo do post, pelo que vou dar como terminada esta história e vou estudar.
níveisde pachorra abaixo do limite permitido a gajas fixes como eu...
29 de maio de 2011
festas do senhor
não sou dada as festividades religiosas, e estas que são tradição aqui em São Miguel, muito menos, uma vez que não lhe conheço a tradição. A única associação que faço, às festividades do Senhor, é o mar de gente que invade PDL, e que não me deixa conduzir pela Rua de Lisboa.
mas pronto.
até é bonito, ver tanta gente junta pela fé. inté comove um pisquinho...
mas pronto.
até é bonito, ver tanta gente junta pela fé. inté comove um pisquinho...
27 de maio de 2011
25 de maio de 2011
24 de maio de 2011
lembrei-me agora
que a 4º temporada do True Blood está quase aí...
aUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!
aUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!
23 de maio de 2011
citando esse monstro do drama português
"porque é que não disseram que isto seria para sempreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!", Norte, Vítor
as in, Infindável curso que nunca mais acaba...
a sério...enough already!!!
as in, Infindável curso que nunca mais acaba...
a sério...enough already!!!
22 de maio de 2011
beware - rockeiras à solta
Ontem tivemos a primeira noite de gajas made in blogosfera. Assim, do nada, combinou-se uma noite de rock entre bloggers e a coisa correu muito bem.
Juntar 3 gajas do power, em ambiente age suited, digo-vos, do best!
ELA, espero que tenhas gostado. I did.
rock and roll, sisters!
Juntar 3 gajas do power, em ambiente age suited, digo-vos, do best!
ELA, espero que tenhas gostado. I did.
rock and roll, sisters!
19 de maio de 2011
é meia-noite
vou no segundo livro sobre a identidade portuguesa.
Confirmar-se-á, amanhã, se os Centruns funcionam e se a metáfora saramaguiana da entrada de Portugal e Espanha na CEE em 1986, em a Jangada de Pedra, fez sentido.
Resta-me dizer que, a posição de Portugal frente ao FMI, com o seu estado de negação pura não é acto isolado. Ao que consta, e pelo que o Eduardo Lourenço diz, isto é a cara chapada do caracter português. When the going gets tuff, the tuffs take vacations...e entramos logo na promessa dos idos tempos gloriosos, da fantásticas venturas e desventuras dos heróis marítimos, e dos feitos, e do coitadinho do D- Sebastião, que na volta não quinou em Alcácer Quibir, mas antes deu de sola e é agora um vendedor de tapetes e lâmpadas mágicas.
Confirmar-se-á, amanhã, se os Centruns funcionam e se a metáfora saramaguiana da entrada de Portugal e Espanha na CEE em 1986, em a Jangada de Pedra, fez sentido.
Resta-me dizer que, a posição de Portugal frente ao FMI, com o seu estado de negação pura não é acto isolado. Ao que consta, e pelo que o Eduardo Lourenço diz, isto é a cara chapada do caracter português. When the going gets tuff, the tuffs take vacations...e entramos logo na promessa dos idos tempos gloriosos, da fantásticas venturas e desventuras dos heróis marítimos, e dos feitos, e do coitadinho do D- Sebastião, que na volta não quinou em Alcácer Quibir, mas antes deu de sola e é agora um vendedor de tapetes e lâmpadas mágicas.
18 de maio de 2011
tri-lingue
hoje acordei a falar inglês, almocei a falar português, terminei a tarde a falar espanhol, e ainda aprendi uma palavrinha em chinês, ao jantar.
ó estes centruns funcionam rápido, ó então estou em estado vegetal amanhã, quando for falar Saramago durante duas horas...
Good night
Boa noite
un saludo o buenas noches, como ustedes preferiran
jangada de pedra
ó estes centruns funcionam rápido, ó então estou em estado vegetal amanhã, quando for falar Saramago durante duas horas...
Good night
Boa noite
un saludo o buenas noches, como ustedes preferiran
jangada de pedra
English as we know it
Acabei de vir duma frequência de Inglês VI. Na verdade, não precisava de fazer este teste, uma vez que o professor permite a quem teve positiva na primeira, não por lá mais os pés.
Acontece que esta trully queria levantar o vergonhoso 12 que teve na primeira prova, e deu-lhe às 8 e pouco da manhã para a UAC.
Feita a prova, e entre um café e um cigarro, aguardei pelas correcções que o prof ia fazer e esperava ansiosamente por uma nota digna do Inglês que supunha saber.
nota: 13
e porquê?
DISTRAÇÃO
eu diria antes, blah blah blah, corrector ortográfico não instaldado, blah, mas o prof não iria perceber, as this is a very private joke from a very private group of people...
e assim termina a minha micro-odisseia do self-promoting "ai, eu sou muita boa a inglês, lá lá lá", porque a bem dizer, eu sou mesmo é portuguesa, e um "steal" em vez de um "still" é prova provada que, para o bom português, o que não iguala, encosta.
another one bites the dust - prova superada, nevertheless.
Acontece que esta trully queria levantar o vergonhoso 12 que teve na primeira prova, e deu-lhe às 8 e pouco da manhã para a UAC.
Feita a prova, e entre um café e um cigarro, aguardei pelas correcções que o prof ia fazer e esperava ansiosamente por uma nota digna do Inglês que supunha saber.
nota: 13
e porquê?
DISTRAÇÃO
eu diria antes, blah blah blah, corrector ortográfico não instaldado, blah, mas o prof não iria perceber, as this is a very private joke from a very private group of people...
e assim termina a minha micro-odisseia do self-promoting "ai, eu sou muita boa a inglês, lá lá lá", porque a bem dizer, eu sou mesmo é portuguesa, e um "steal" em vez de um "still" é prova provada que, para o bom português, o que não iguala, encosta.
another one bites the dust - prova superada, nevertheless.
17 de maio de 2011
só cá vim dizer
que vou dormir.
duas-frequências -duas
amanhã de manhã
...
vamos acordar!!!!!
e ficar a ouvirrrrrrrr
a rádio no arrrrr
e a chuva a cair
laréu laréu leu
...
então boa noite.
duas-frequências -duas
amanhã de manhã
...
vamos acordar!!!!!
e ficar a ouvirrrrrrrr
a rádio no arrrrr
e a chuva a cair
laréu laréu leu
...
então boa noite.
As Ilhas Desconhecidas, de Raul Brandão
Acabei agora um trabalhinho sobre esse autor de dor e sonho, Raul Brandão.
Este amigo, nascido no Porto e criado em Lisboa no idos anos 60, 1860 para ser mais precisa, resolveu dar uma volta pelos Açores e descobrir as 9 ilhas de cor e desolação.
Gostei. Gostei principalmente da exactidão da descrição das paisagens que, apesar da temporalidade, se mantém intactas. E gostei também da associação da sensação de isolamento que só um "continental" poderia sentir nestas ilhas. Citando o chief Martin Brody, in Jaws ( esse marco da cinematografia marítima...) " An island is only a island if you watch it from the sea" - right on, brother!
Se vos der na real gana, é ler.
I think you gonna like it.
Este amigo, nascido no Porto e criado em Lisboa no idos anos 60, 1860 para ser mais precisa, resolveu dar uma volta pelos Açores e descobrir as 9 ilhas de cor e desolação.
Gostei. Gostei principalmente da exactidão da descrição das paisagens que, apesar da temporalidade, se mantém intactas. E gostei também da associação da sensação de isolamento que só um "continental" poderia sentir nestas ilhas. Citando o chief Martin Brody, in Jaws ( esse marco da cinematografia marítima...) " An island is only a island if you watch it from the sea" - right on, brother!
Se vos der na real gana, é ler.
I think you gonna like it.
16 de maio de 2011
do not disturb
estou a estudar um autor Simbolista slash impressionista e não posso ser interrompida, que o homem é dado a questões existencialistas e padece dum mal chamado "esquisitice tuga de ínicio de séc. XX".
15 de maio de 2011
explicação porque quero ser a jessica biel noutra vida
mas tu viste o rabo daquela mulher??
mas tu achas normal que a gravidade não actue ali???
mas tu achas normal que a gravidade não actue ali???
13 de maio de 2011
Como adiar o estudo, part III
...oh fodasse, enganei-me no livro que fui buscar à biblioteca!...(momento de drama aqui, com mão na testa a tapar um oin...)
mas que porra, pá...
cof cof
mas que porra, pá...
cof cof
Como adiar o estudo, part II
acordei muito cedo e tenho um olhinho virado para o infinito e o outro para o raio cu parta...cof cof...
a troika foi-se ao blogger
que não se fala de outra coisa na blogosfera! que foi aquilo? blogger out of business???
mas tás parva???
e como é que a malta empata o estudo que tem pendente, heim???
tu nunca mais! nunca mais faças isso, ouvistes??? oh parvalhona!...
um pessoa aqui cheia de nervos com os livros à frente...ia-me dando uma coisa, pá...
mas tás parva???
e como é que a malta empata o estudo que tem pendente, heim???
tu nunca mais! nunca mais faças isso, ouvistes??? oh parvalhona!...
um pessoa aqui cheia de nervos com os livros à frente...ia-me dando uma coisa, pá...
11 de maio de 2011
Its a plain white wall
dantes era cinza escuro. dava um toque cool e trendy ao pátio, cortado com um verde pistachio lá ao fundo.
agora é plain white.
primeiro odiei, que com este feitio de merda foi coisa fácil de entender.
ódepois até que não berrava muito. é que à noite, realmente, o pátio fica com um ar mais clean...e com as luzinhas de energia solar ali rente ao chão até que a coisa...vá, pronto...não tá mal...
mas como eu sou torcida, e com níveis de orgulho a atingir os limites não permitidos pela boa convivência marital ( nem acredito que disse esta palavra - marital), vou-me manter pelo "hum hum" como resposta à pergunta "gostas???"...
again, its just a plain white wall.
10 de maio de 2011
I'm so FRINGEd up!!!
que se há coisa que odeio, é esperar pela temporadas seguintes de séries em que fiquei viciada!
e agora? o que é que eu vou ver???
já agora, kele, tu já viste o FRinge?...hum? já? ...kele?
e agora? o que é que eu vou ver???
já agora, kele, tu já viste o FRinge?...hum? já? ...kele?
8 de maio de 2011
7 de maio de 2011
CAT PERSON
sou muito. sou muito cat person. tanto que tinha em casa uma familia de 6, 2 mães, 4 filhos.
hoje, 3 deles foram para casa de novos donos.
coração apertado, mesmo sabendo que vão para casa de dearest freind Mary. criança em prato, mãe dos gatos triste. olha, uma merda!
que isto de ser pelos bixos tem muito que se lhe diga.
os meus rabanetes
e agora fiquei com mais um, o Ben.
hoje, 3 deles foram para casa de novos donos.
coração apertado, mesmo sabendo que vão para casa de dearest freind Mary. criança em prato, mãe dos gatos triste. olha, uma merda!
que isto de ser pelos bixos tem muito que se lhe diga.
os meus rabanetes
e agora fiquei com mais um, o Ben.
6 de maio de 2011
Divulgação via Quadripolaridades
Foi preciso ir à Linha para dar com esta pérola insular.
O Grupo Vocal da Escola Básica 2, 3 da Maia , iniciou-se em Setembro de 2010 com o intuito de aumentar a oferta de actividades musicais nesta mesma escola. Actualmente é constituído por 18 elementos com idades entre os 10 e 13 anos. A principal actividade neste ano lectivo foi a criação do espectáculo "Velvet Carochinha", onde as tradicionais músicas infantis receberam uma nova "roupagem" com base nos grande hits da música rock.(este texto foi todo copiadinho deste sitio )
Ora vide e ouvide
O Grupo Vocal da Escola Básica 2, 3 da Maia , iniciou-se em Setembro de 2010 com o intuito de aumentar a oferta de actividades musicais nesta mesma escola. Actualmente é constituído por 18 elementos com idades entre os 10 e 13 anos. A principal actividade neste ano lectivo foi a criação do espectáculo "Velvet Carochinha", onde as tradicionais músicas infantis receberam uma nova "roupagem" com base nos grande hits da música rock.(este texto foi todo copiadinho deste sitio )
Ora vide e ouvide
3 de maio de 2011
28 de abril de 2011
27 de abril de 2011
a minha mãe diz para parares de a chatear com a frequência de amanhã
...que ela já não te sofre...
eu não sou estrábico! tou é a controlar tudo.
...agora vou-me ali mamar
eu não sou estrábico! tou é a controlar tudo.
...agora vou-me ali mamar
fringe 3
já a sacar...quero dizer, a "comprar"...
ready in 5h and some minutes...
calha bem que tenho uma frequência amanhã, e depois fico já com programinha...
...frequência amanhã...aquela cena do universo alternativo da série é que me dava jeito agora...a ver se no outro (universo) eu passava na cadeira...
26 de abril de 2011
a arrastar os ossos
buli em furia entre as 14 e as 22.
I'm so not going to come back before nest tuesday...week to come...
muahahahahahahah
I'm so not going to come back before nest tuesday...week to come...
muahahahahahahah
25 de abril de 2011
tou velha c'mós cravos
que isto de trabalhar 11 dias seguidos plus 1 de xepa, e logo de seguida 1 de mãe extremosa dá cabo de qualquer gaja. pro-revolution or not!
acresce a esta canseira um adormecimento do cérebro que me impede de definir o resultado matemático de "falta 1 mês para acabar o curso".
calculo que seja o momento perfeito para utilizar a velha expressão que a minha mãezinha usava para me massacrar em momentos idênticos: "tás com o rabinho (muito) perto das calças, não é?"...
acresce a esta canseira um adormecimento do cérebro que me impede de definir o resultado matemático de "falta 1 mês para acabar o curso".
calculo que seja o momento perfeito para utilizar a velha expressão que a minha mãezinha usava para me massacrar em momentos idênticos: "tás com o rabinho (muito) perto das calças, não é?"...
21 de abril de 2011
20 de abril de 2011
The Fringe
Nos idos anos 90, eu era fã incondicional dos X-Files.
Na altura, partilhava casa com a minha avó e a minha tia. Éramos 3 gerações em perfeita harmonia, uma vez que nenhuma batia bem da moleirinha.
às sextas à noite, e e titia curtiamos um episódio dos x-files, e depois ficávamos horas na conversa, a fumar cigarros e a teorizar sobre o tema daquele episódio.
Nunca mais se fez uma série assim, até agora recentemente. The fringe foi já considerado os X-files do séc. XXI, mas com mais piada.
Tou fã
Na altura, partilhava casa com a minha avó e a minha tia. Éramos 3 gerações em perfeita harmonia, uma vez que nenhuma batia bem da moleirinha.
às sextas à noite, e e titia curtiamos um episódio dos x-files, e depois ficávamos horas na conversa, a fumar cigarros e a teorizar sobre o tema daquele episódio.
Nunca mais se fez uma série assim, até agora recentemente. The fringe foi já considerado os X-files do séc. XXI, mas com mais piada.
Tou fã
i've got nothing
estou num marasmo mental.
páginas e páginas de nada que se acumulam na mente, e o que me dá na mente, dá-me pelo corpinho todo (já dizia a ELA e com razão).
stillness becomes me, and I hate it.
(vá, a verdade é que tenho 3 trabalhos para fazer para uma cadeira da Universidade e não tenho nada. nada! e já tou cas beiras a bater, e quando me dá para o bater de beirais, dá-me para o totaly frozen no corpinho todo. enrolo-me na inércia e durmo. mas durmo-me toda.)
blah blah blah, beiras a tremer, blah
páginas e páginas de nada que se acumulam na mente, e o que me dá na mente, dá-me pelo corpinho todo (já dizia a ELA e com razão).
stillness becomes me, and I hate it.
(vá, a verdade é que tenho 3 trabalhos para fazer para uma cadeira da Universidade e não tenho nada. nada! e já tou cas beiras a bater, e quando me dá para o bater de beirais, dá-me para o totaly frozen no corpinho todo. enrolo-me na inércia e durmo. mas durmo-me toda.)
blah blah blah, beiras a tremer, blah
15 de abril de 2011
FMI, please stay
we need you...
nem consigo perceber como é que estes amigos não vieram mais cedo.
ai, que estamos tesos! ai que os bancos, aqueles malandros, lixaram-nos! ai que o governo é uma merda! ai que não sabemos fazer contas e pagamos o triplo pelas obras publicas! ai, o carai...
e depois lê-se isto e isto, e uma gaja fica sem saber se somos só parvos, ou estamos em estado de negação.
nem consigo perceber como é que estes amigos não vieram mais cedo.
ai, que estamos tesos! ai que os bancos, aqueles malandros, lixaram-nos! ai que o governo é uma merda! ai que não sabemos fazer contas e pagamos o triplo pelas obras publicas! ai, o carai...
e depois lê-se isto e isto, e uma gaja fica sem saber se somos só parvos, ou estamos em estado de negação.
13 de abril de 2011
12 de abril de 2011
Richard Carver
Do you know who he is?
Carver was - yes, was as in dead back at the eighties - a minimalist amercian writter that wrote several short stories about ordinary people. One of his short stories book was adapted by Robert Altman in his 1993 filme Shor Cuts.
Pronto, já chega. Acabei de sair duma frequência de Inglês VI que era precisamente sobre o Carver and one of his short stories, Are this Actual Miles.
Note to self: não deixar copiar.
e é isso.
como dizia o outro, enfinho...
Carver was - yes, was as in dead back at the eighties - a minimalist amercian writter that wrote several short stories about ordinary people. One of his short stories book was adapted by Robert Altman in his 1993 filme Shor Cuts.
Pronto, já chega. Acabei de sair duma frequência de Inglês VI que era precisamente sobre o Carver and one of his short stories, Are this Actual Miles.
Note to self: não deixar copiar.
e é isso.
como dizia o outro, enfinho...
left foot
eu devo andar a acordar com o pé esquerdo, que isto tem-me acontecido com cada uma...
já há alguns dias que, sistemáticamente, me acontecem pequenos desaires. Desde domingo que é ver os disparates a acontecer - one after the other - numa cadência descontrolada de azares.
Domingo, depois de um sábado de xepísse, achei que ia conseguir descansar. Depois das lides do costume - lunch included - resolvi fazer cupcakes, que aquilo feito à minha maneira é rápido e painless. NOT! deixei queimar os ditos, enquanto a máquina da louça resolveu inundar a cozinha, e a minha gata tentava transportar os 4 gatinhos do gatil para dentro de casa. Tudo isto com a minha criança a jogar basket no pátio e a atirar constantemente a bola contra o vidro da porta da cozinha...
escusado será dizer que domingo não descansei porra nenhuma.
segunda-feira foi, desde o acordar tarde, até aos pequenos esquecimentos, um dia mais ou menos pouco desastroso.
hoje, e na continuação dos piquenos desaires, foi ver-me a deixar criança no campo de férias - já atrasado - resolver ir comprar manteiga e trazer tudo menos a manteiga, chegar a casa com pão quente e realizar que a manteiga tinha ficado na loja, sair de casa com a chave do carro na mão e assim que a porta bateu atrás de mim perceber que a chave de casa tinha ficado DENTRO DE CASA...
depois de um momento de pânico - breve, que eu sou ma gaja optimista - e depois de ir ao local de trabalho do pai do meu filho telefonar-lhe - by the way, he's not here, he's in another island. and the spare keys are with him... - só naquela de lhe contar o que tinha acabado de acontecer, tive uma brilhante ideia (lâmpada acesa aqui), e com a ajuda de um escadote da equipa de manutenção do "local de trabalho do pai da criança", resolvi o assunto.
entrei, peguei na chave de casa, e com a chave do carro que já tinha em meu poder, fui buscar a manteiga que me tinha esquecido na loja. cheguei a casa, sentei-me com uma caneca de café, um pãozinho já menos quente, e tomei finalmente o meu pequeno-almoço.
e agora vou ficar aqui quietinha, a estudar para uma frequência de Inglês, e só volto a sair de casa quando for hora de ir prestar a prova.
dasse....
já há alguns dias que, sistemáticamente, me acontecem pequenos desaires. Desde domingo que é ver os disparates a acontecer - one after the other - numa cadência descontrolada de azares.
Domingo, depois de um sábado de xepísse, achei que ia conseguir descansar. Depois das lides do costume - lunch included - resolvi fazer cupcakes, que aquilo feito à minha maneira é rápido e painless. NOT! deixei queimar os ditos, enquanto a máquina da louça resolveu inundar a cozinha, e a minha gata tentava transportar os 4 gatinhos do gatil para dentro de casa. Tudo isto com a minha criança a jogar basket no pátio e a atirar constantemente a bola contra o vidro da porta da cozinha...
escusado será dizer que domingo não descansei porra nenhuma.
segunda-feira foi, desde o acordar tarde, até aos pequenos esquecimentos, um dia mais ou menos pouco desastroso.
hoje, e na continuação dos piquenos desaires, foi ver-me a deixar criança no campo de férias - já atrasado - resolver ir comprar manteiga e trazer tudo menos a manteiga, chegar a casa com pão quente e realizar que a manteiga tinha ficado na loja, sair de casa com a chave do carro na mão e assim que a porta bateu atrás de mim perceber que a chave de casa tinha ficado DENTRO DE CASA...
depois de um momento de pânico - breve, que eu sou ma gaja optimista - e depois de ir ao local de trabalho do pai do meu filho telefonar-lhe - by the way, he's not here, he's in another island. and the spare keys are with him... - só naquela de lhe contar o que tinha acabado de acontecer, tive uma brilhante ideia (lâmpada acesa aqui), e com a ajuda de um escadote da equipa de manutenção do "local de trabalho do pai da criança", resolvi o assunto.
entrei, peguei na chave de casa, e com a chave do carro que já tinha em meu poder, fui buscar a manteiga que me tinha esquecido na loja. cheguei a casa, sentei-me com uma caneca de café, um pãozinho já menos quente, e tomei finalmente o meu pequeno-almoço.
e agora vou ficar aqui quietinha, a estudar para uma frequência de Inglês, e só volto a sair de casa quando for hora de ir prestar a prova.
dasse....
6 de abril de 2011
numa pausa do meu espanhol
abro o e-mail e vejo este video.
então estou eu, europeia por empurrão, a estudar outra língua que não a materna, ciente que ter conhecimentos de duas ou três linguas me podem levar longe, e eis que, afinal, para se dominar o mundo, não é preciso sequer saber o nome de um país começado por "U".
God bless America...and their infinite ignorance...
madre de dios...tanta ignorancia...
então estou eu, europeia por empurrão, a estudar outra língua que não a materna, ciente que ter conhecimentos de duas ou três linguas me podem levar longe, e eis que, afinal, para se dominar o mundo, não é preciso sequer saber o nome de um país começado por "U".
God bless America...and their infinite ignorance...
madre de dios...tanta ignorancia...
5 de abril de 2011
1 de abril de 2011
de que é que se tem medo?
Gil, José (2004) Portugal Hoje, o medo de existir. Edições Relógio D'Água
O medo é uma estratégia para nada inscrever, quer dizer, de existir, de afrontar as forças do mundo desencadeando as suas próprias forças de vida. Medo de agir, de tomar decisões diferentes da norma vigente, medo de amar, de criar, de viver. Medo de arriscar. A prudência é a lei do bom senso português.
(...)O medo é o medo do poder, mas também da impotência própria diante do poder. Medo de não saber e de ser desmascarado. Medo de ter medo. Medo de parecer ter medo, de parecer fraco, incapaz, ignorante, medíocre.
(...) este medo, em Portugal, (...) agudiza-se sob o poder extraordinário que entre nós possui a imagem de si. Esta (...) impõe regras de comportamento, interioriza interditos, auto-censura o indivíduo. Constitui um limite severo à livre expressão, ao pensamento e acções livres. Sair das fronteiras definidas pela norma equivale a arriscar-se a adoptar uma imagem de si auto-destrutiva.
A imagem de si (...) está no ar, na atmosfera, no olhar dos outros e, pior, no olhar interior do superego que todos corrói. (...) absorve as forças vitais do indivíduo, desenvolvendo uma entropia imparável. O medo de não estar à altura impera, arruinando potencialidades criativas; medo que implica arrastar outros, como o de ser avaliado, de ser julgado, de ir a exame.
recomendo a leitura deste livro. é pequenino, conciso, e acerta na mouche sobre o espirito derrotista que impera neste país. aproveite-se agora, que estamos a virar uma página, para que se comece a acreditar que conseguimos fazer mais do que até aqui temos feito. aproveite-se para mudar mentalides. aproveitem os jovens para começar a pensar e agir como jovens, e para se deixarem de seguir métodos e estratégias ultrapassadas. aproveitem os menos jovens para aceitar que o tempo é de mudança e não de inércia em add continnum.
aproveitemos todos para parar de nos escondermos atrás das palavras dos pseudo-opinion makers, e passemos a liderar a nossa vida noutro sentido que não o fundo.
aproveitemos para sermos cidadãos, com tudo o que isso implica, sem que para isso termos que foder o outro para parecermos cidadãos cumpridores.
aproveitem para começarem a amar-se mais... nem deus sabe o que poderá acontecer, se assim for.
April, you are a fool
Estava aqui a pensar que, se existe um dia das mentiras em que podemos "pregar a peta", supõe que os restantes 364 dias dizemos a verdade, não é?
porra, que este mundo está cheio de pessoas honestas!!!!
e eu a pensar que eram, na sua maioria, uma cambada de intrujas...ai, pá, és tão crente, melher|
porra, que este mundo está cheio de pessoas honestas!!!!
e eu a pensar que eram, na sua maioria, uma cambada de intrujas...ai, pá, és tão crente, melher|
31 de março de 2011
não me apraz dizer nada
a não ser que estou de folga, e acabei agora de fazer um trabalho para a Universidade.
parece-me que mereço um "vou-me ali esticar no sofá".
parece-me que mereço um "vou-me ali esticar no sofá".
30 de março de 2011
a morte inscrita ou a explicação dos posts anteriores.
a família é uma coisa lixada. pode ser grande, pode ser pequena, podemos estar com eles sempre, podemos passar anos sem vê-los, mas familia é familia.
hoje, pelas 7.30m da manhã, fui acordada por um telefonema, daqueles que, pela hora de chamada, suspeitamos sempre ser o pior. e foi.
morreu uma tia-avó.
uma tia-avó é daqueles membros da familia que, de tão longe que está, só nos lembramos dos chocolates que nos davam em pequenos, daqueles trazidos de Badajoz quando iam às feiras espanholas. mas esta tia-avó, para além dos chocolates espanhóis e das bombocas que me dava às escondidas dos meus pais, foi também quem me ajudou a criar.
como eu fui a primeira filha, a primeira neta, e a primeira sobrinha-neta, tinha tudo ali de mão beijada. ora eram os mimos, ora eram as guloseimas à queima-roupa, ora eram o ir buscar-me ao colégio e levar-me a passear nos jardins da Gulbenkian, ora era tudo, básicamente.
esta tia era governanta numa casa de gente bem, ali para os lados da Filipe Folke (google map it, pliss!). viveu e trabalhou naquela casa durante 60 anos. para o fim, já eram só ela e uma das "meninas", vulgo solteirona com 94 anos. as duas, já meias taralhocas e refilonas, vivam como iguais, no casarão da Filipe Folke, e faziam tudo juntas. um dia, à "menina", já depois de muitas quedas e trambolhos, deu-lhe um piri-paque e foi parar ao hospital. daí ao lar foi um pulo, e a minha tia viu-se sozinha.
vai que mamãe resolve ir buscá-la para a trazer para a insularidade, mas a velhota era fiel aos costumes, e não quis deixar a patroa. ficaria com ela no lar. a realidade, no entanto, não era tão simples. o lar, para as bandas da Fontes Pereira de Melo, era caro e a outra, ou a procuradora da outra, não achou que deveria pagar a hospedagem da servente. à tia tiraram-lhe o chão. depois de 60 anos de dedicação, de amizade e companheirismo, conclui que uma criada é sempre uma criada. à tia não lhe sobrava mais nada.
a tia começou a mirrar, e em 5 dias, a tia desistiu.
a tia-avó, que há muito não a via, mas que me ajudou a criar, que me levava a passear, que me fazia croquetes com puré, e que me sentava num escadote - porque eu era mínima e cabia entre os degraus- para me dar o lanche; a tia que me chamava de "esmeralda pequenina", essa tia que só queria que a fossemos ver mais vezes, essa tia morreu de tristeza, porque a única amiga que tinha, era afinal, só a sua patroa.
hoje morreu-se de tristeza, e eu faço-lhe o devido luto.
esta vida pequenina
dediquei mil anos a servir outras vidas que não a minha. vivi por afectos, trabalhei por eles, mirrei pela falta.
um dia tu estiveste para morrer, e eu que sempre ali estive a teu lado, deixei tudo e fui contigo, para te acompanhar nos últimos momentos.
para isso precisei que me quisesses ali. querias-me, mas não de todo. querias-me na morte com a mesma condição que na vida, a servir-te, e não me estendeste a mão como igual.
os mil anos que te servi, e nos quais construí a dependência do afecto, não resistiram à norma hierárquica dos costumes. querias-me para te servir, não para te acompanhar como igual.
deixei de te servir quando a mão que me estendeste se fechou em dedo indicador, com uma ordem na inclinação; e quando te deixei de servir, deixei de precisar de viver.
foi em 2011 que morri. vivi mil anos por afectos, nem um foi de graça.
um dia tu estiveste para morrer, e eu que sempre ali estive a teu lado, deixei tudo e fui contigo, para te acompanhar nos últimos momentos.
para isso precisei que me quisesses ali. querias-me, mas não de todo. querias-me na morte com a mesma condição que na vida, a servir-te, e não me estendeste a mão como igual.
os mil anos que te servi, e nos quais construí a dependência do afecto, não resistiram à norma hierárquica dos costumes. querias-me para te servir, não para te acompanhar como igual.
deixei de te servir quando a mão que me estendeste se fechou em dedo indicador, com uma ordem na inclinação; e quando te deixei de servir, deixei de precisar de viver.
foi em 2011 que morri. vivi mil anos por afectos, nem um foi de graça.
29 de março de 2011
2011 foi o ano que morri
foi em 2011 que morri. morri de morte estúpida, que a solidão nunca foi inteligente, e fui esquecido mal o facto foi consumado.
não esperava que fosse de repente, mas um dia acordei e estava morto. estranhei primeiro a falta do nó no peito, que me subia à garganta mal abria o olho, mas achei que era por ser primavera, e o ar estar leve. depois foi a ausência da dor na palma das mãos, que me dava guinadas que subiam ao coração-dizia eu que por não ter quem as segurasse e aquecesse...
tudo isto me pareceu estranho, mas acreditei que era porque a primavera chegara e o ar estava leve.
...
não esperava que fosse de repente, mas um dia acordei e estava morto. estranhei primeiro a falta do nó no peito, que me subia à garganta mal abria o olho, mas achei que era por ser primavera, e o ar estar leve. depois foi a ausência da dor na palma das mãos, que me dava guinadas que subiam ao coração-dizia eu que por não ter quem as segurasse e aquecesse...
tudo isto me pareceu estranho, mas acreditei que era porque a primavera chegara e o ar estava leve.
...
27 de março de 2011
after party
eu até tinha montes de fotos para por aqui.
eu até tenho muita coisa para contar, como por exemplo que a minha gata resolveu oferecer ao meu filho 4 gatinhos no dia do seu aniversário, mas tou muito cansada.
hoje foi dia de trabalho, mesmo com a mudança de hora, e tenho o cérebro a zenir.
assim, e com a promessa de levar bolo para as kelas lá do trabalhinho, vou-me. vou-me atirar para val de lençois, que diz que já tenho a função motora descoordenada.
eu até tenho muita coisa para contar, como por exemplo que a minha gata resolveu oferecer ao meu filho 4 gatinhos no dia do seu aniversário, mas tou muito cansada.
hoje foi dia de trabalho, mesmo com a mudança de hora, e tenho o cérebro a zenir.
assim, e com a promessa de levar bolo para as kelas lá do trabalhinho, vou-me. vou-me atirar para val de lençois, que diz que já tenho a função motora descoordenada.
25 de março de 2011
cake boss!
não, não sou eu, mas fui eu que fiz o bolito abaixo.
não está grande espingarda, é verdade, mas é colorido, tem bonecos, e o meu crianço já me disse "está lindo!", e para mim é suficiente.
o ter-me arriscado nos 3 andares de bolos quer dizer duas coisas de mim. que não tenho paciência nenhuma para pormenores, e que não tenho paciência nenhuma para pormenores...
que giro...assim viste de cima, parece o planeta terra, mas quadrado...
não está grande espingarda, é verdade, mas é colorido, tem bonecos, e o meu crianço já me disse "está lindo!", e para mim é suficiente.
o ter-me arriscado nos 3 andares de bolos quer dizer duas coisas de mim. que não tenho paciência nenhuma para pormenores, e que não tenho paciência nenhuma para pormenores...
que giro...assim viste de cima, parece o planeta terra, mas quadrado...
24 de março de 2011
sete
há 7 anos atrás, estava eu por esta hora já recuperada da tamanha crise de nervos que apanhei no consultório do meu obstetra, e estava tranquilamente a fazer a maleta para ir para a maternidade no dia seguinte.
das 17.30, que foi a hora que saí do consultório, até às 20 e muito, calcorreei lisboa inteira - a pé! - enquanto a palavra pesada balançava na minha cabeça como nau em maré brava - vais ser mãe. amanhã.
de facto, o meu querido Dr. Francisco Xavier havia-me dado a notícia que eu iria ter a criança no dia seguinte. a criança já não está a fazer nada aí dentro, disse-me com ar tranquilo.
depois de 9 meses a construir barriga e a projectar-me num futuro - achava eu - distante; depois de ter assumido que sim senhora, que ia ser mãe, que meiínhas rosas era giro para rapaz também, depois de ouvir histórias macabras sobre partos complicados que mais pareciam o nascimento do anti-cristo - cruz credo! depois de submeter a minha vida toda a uma vontade superior à minha, ia finalmente encontrar-me frente a frente com aquele que mudaria a minha vida para sempre.
na manhã seguinte, pelas 7.30 da matina, estava eu a comer um croissant misto e uma meia de leite na Tentadora - sim, porque o sr. doutor disse que eu podia comer antes da 8 da manhã! ah, não!
dei entrada no hospital no dia 25, mas a minha criança só iluminou o mundo no dia 26, às 19.55m da noite. nasceu ao som de Scorpions, pelas mãos duma médica sportinguista, e num ambiente tranquilo e relaxado - nada de gritos, nem histerias.
e isto foi há 7 anos.
podia ter sido ontem, que o vejo sempre como o meu bébé.
das 17.30, que foi a hora que saí do consultório, até às 20 e muito, calcorreei lisboa inteira - a pé! - enquanto a palavra pesada balançava na minha cabeça como nau em maré brava - vais ser mãe. amanhã.
de facto, o meu querido Dr. Francisco Xavier havia-me dado a notícia que eu iria ter a criança no dia seguinte. a criança já não está a fazer nada aí dentro, disse-me com ar tranquilo.
depois de 9 meses a construir barriga e a projectar-me num futuro - achava eu - distante; depois de ter assumido que sim senhora, que ia ser mãe, que meiínhas rosas era giro para rapaz também, depois de ouvir histórias macabras sobre partos complicados que mais pareciam o nascimento do anti-cristo - cruz credo! depois de submeter a minha vida toda a uma vontade superior à minha, ia finalmente encontrar-me frente a frente com aquele que mudaria a minha vida para sempre.
na manhã seguinte, pelas 7.30 da matina, estava eu a comer um croissant misto e uma meia de leite na Tentadora - sim, porque o sr. doutor disse que eu podia comer antes da 8 da manhã! ah, não!
dei entrada no hospital no dia 25, mas a minha criança só iluminou o mundo no dia 26, às 19.55m da noite. nasceu ao som de Scorpions, pelas mãos duma médica sportinguista, e num ambiente tranquilo e relaxado - nada de gritos, nem histerias.
e isto foi há 7 anos.
podia ter sido ontem, que o vejo sempre como o meu bébé.
23 de março de 2011
22 de março de 2011
21 de março de 2011
momento (c)ensitivo
diga-me, com que estava e o que fazia, no dia 21 de Março, entre as 0 e as 12h?...hum?
Portugal state of mind
enquanto nos vamos orientando, na rotina do levanta cedo, veste, criança escola, trabalho, o "ai que vou ali comer o que tenho no tupperware, e ódepois vou beber a bica e volto para o trabalho", tá na hora, o vir para casolas e dar-lhe nas lides, o cigarro after eleven, e o filme que tá a dar after hours na TVI; enquanto nos revalidamos na morna da rotina, o país geme, o governo cai, o tsunami devora um país, os aliados fazem uma reposição do "Saddam - search and destroy", versão africana, uma nuvem radioactiva invade o Pacífico.
o mundo está todo fudido.
...olha, está a dar o Apocalipse Now, Redux no Hollywood!...deixa cá ver...
20 de março de 2011
19 de março de 2011
perguntem-me
perguntem-me porque é que estou aqui no blogue em vez de estar a dar-lhe no aspirador, na esfregona e demais amigos da xepisse.
perguntem lá...
(o aspirador está ali todo direitinho, a olhar para mim como ar de "então melher? tás à espera de quê para me pores a xupar esta poeirada toda?..hum?"...parvo.)
perguntem lá...
(o aspirador está ali todo direitinho, a olhar para mim como ar de "então melher? tás à espera de quê para me pores a xupar esta poeirada toda?..hum?"...parvo.)
17 de março de 2011
16 de março de 2011
14 de março de 2011
o rosinha da miúda
I've got very important news:
o meu rosinha chic acordou do coma. ele vive!
esteve internado uma semana, e recuperou da virose fatal que quase o ia levando das pontas dos meus dedos. o sr. doutor "marido da outra" foi um anjo! mas um anjo! - obrigado Sr. Doutor! muito obrigado!
este rosinha voltou-me virgem para as mãos. limpinho, rápido, eficiente, cheio de gigabytes! ...até tenho medo de lhe por a mão...com tanta coisinha para ver e descarregar da net...
vou-me conter...só por hoje, que o bixo acabou de chegar, não lhe quero dar uma travadinha assim de repente.
o meu rosinha chic acordou do coma. ele vive!
esteve internado uma semana, e recuperou da virose fatal que quase o ia levando das pontas dos meus dedos. o sr. doutor "marido da outra" foi um anjo! mas um anjo! - obrigado Sr. Doutor! muito obrigado!
este rosinha voltou-me virgem para as mãos. limpinho, rápido, eficiente, cheio de gigabytes! ...até tenho medo de lhe por a mão...com tanta coisinha para ver e descarregar da net...
vou-me conter...só por hoje, que o bixo acabou de chegar, não lhe quero dar uma travadinha assim de repente.
10 de março de 2011
AHAHAHAHAH...ponto 50
ahahahahaha
o que eu tenho de bom é que consigo rir de mim própria ahahahahahahahahahahaha
ahahahahahaha
ahahahah
ahaha
ahah
aha
ah
...enough already...
o que eu tenho de bom é que consigo rir de mim própria ahahahahahahahahahahaha
ahahahahahaha
ahahahah
ahaha
ahah
aha
ah
...enough already...
ponto 50
a vida resume-se a um extrato. a nossa vida resume-se, e proporcionalmente condicionada, a um extrato bancário.
se a coisa ascende aos "plus 100", depois de tudo pago, então a vida é boa! caso a coisa ronde os "minus 50", foda-se! como é que isto aconteceu! puta da crise, réubéu béu, pardais ao ninho.
existe, no entanto, um outro patamar, os "plain 50 cent". que é uma situação nova e interessante.
é basicamente aquela etapa em que podemos honestamente dizer "eu até te mandava cantar, mas agora SÓ tenho trocos"...
se a coisa ascende aos "plus 100", depois de tudo pago, então a vida é boa! caso a coisa ronde os "minus 50", foda-se! como é que isto aconteceu! puta da crise, réubéu béu, pardais ao ninho.
existe, no entanto, um outro patamar, os "plain 50 cent". que é uma situação nova e interessante.
é basicamente aquela etapa em que podemos honestamente dizer "eu até te mandava cantar, mas agora SÓ tenho trocos"...
8 de março de 2011
hoje foi o meu dia
e nem me lembrei...
porra, tanta coisa que podia ter exigido, mandado, gritado, explorado...damn it!!!
porra, tanta coisa que podia ter exigido, mandado, gritado, explorado...damn it!!!
I miss you like crazyyyyy
meu querido lindinho rosinha chic...
a vida na secretária não é a mesma sem ti. a vida na net não é a mesma coisa. os logins sem passaword e user configurados, a necessidade de teclar tudo...sniff...you made my life so simple!!!
aguardo ansiosamente notícias do meu pequenino rosinha chic...
vou ligar à sra. doutora...
a vida na secretária não é a mesma sem ti. a vida na net não é a mesma coisa. os logins sem passaword e user configurados, a necessidade de teclar tudo...sniff...you made my life so simple!!!
aguardo ansiosamente notícias do meu pequenino rosinha chic...
vou ligar à sra. doutora...
7 de março de 2011
ER
o meu lindinho rosinha chic estás nas urgências. foi levado há pouco pela sra. doutora dos pc's.
my heart is missing a beat...
my heart is missing a beat...
Se diz "pirata" no nome
não quer dizer que traga o Johnny Depp como brinde, mas que trará CONCERTEZA, um virús!!!!
suores
nervos
ansiedade em modo crescento
...
mãos suadas
enquanto aguardo a chegada da minha personal high-tech engeneer para uma consulta ao meu pc, ao meu Vaio lindinho, o meu rosinha chic...
tou aqui a morrer aos bocadinhos, de remorsos por ter ignorado TODAS as vezes a mensagem "tá na hora de fazeres um BACK UP dos teus ficheiros, kela", que o meu rosinha chic me mandava todos os dias, aquele sagrado...
rico filho que te ignorei...e agora fudi-me...
"diga-me, o conteúdo dos seus arquivos informáticos continha todo o material de 3 anos de Universidade?"
"...sim"
"e nunca fez um back up?"
"...não"
"...UPSSSS!..."
NOTA PARA KAIPIROSKA: your pirate site for downloading great movies SUCKS!!!!!!
suores
nervos
ansiedade em modo crescento
...
mãos suadas
enquanto aguardo a chegada da minha personal high-tech engeneer para uma consulta ao meu pc, ao meu Vaio lindinho, o meu rosinha chic...
tou aqui a morrer aos bocadinhos, de remorsos por ter ignorado TODAS as vezes a mensagem "tá na hora de fazeres um BACK UP dos teus ficheiros, kela", que o meu rosinha chic me mandava todos os dias, aquele sagrado...
rico filho que te ignorei...e agora fudi-me...
"diga-me, o conteúdo dos seus arquivos informáticos continha todo o material de 3 anos de Universidade?"
"...sim"
"e nunca fez um back up?"
"...não"
"...UPSSSS!..."
NOTA PARA KAIPIROSKA: your pirate site for downloading great movies SUCKS!!!!!!
6 de março de 2011
there, i said it
entre um teclado sem pontuaç~~ao, e uma sensaç~~ao de tempo perdido, bebia um wiskey.
Domingueiros Insular II
fui ao cinema. peguei no filhote e dei-lhe para o shopping.
fomos ver o Rango, e amei! sim, perderam-se algumas piadas na dobragem para o portugues, mas adorei os sotaques do "nuorte", o xotaque de Biseu, e aquela misturada de sadino com "alantejano" da Feijoca e do Rango.
agora vou esperar para descarregar a versao original do novo site ...eu disse descarregar? n~~ao, p´´a, o que eu queria dizer era que ia COMPRAR quando saisse em devd...cof cof...porra da tosse...cof
nota: teclado do pc passado, nao ha acentos para ninguem
Domingueiros Insular
Preparo-me para um dia de dolce fare niente. A quem se atrever pedir, insinuar, ou relembrar levemente que isto ou aquilo poderiam ser feitos, por mim claro está!, corre perigo de vida.
beware of the xepa on day off...
vou ver uns filmes. talvez veja oSplice, que eu sou dada a uma bixarada freak.
beware of the xepa on day off...
vou ver uns filmes. talvez veja oSplice, que eu sou dada a uma bixarada freak.
5 de março de 2011
xepisse
odeio.
odeio esta condição de pobre que me impede de ter uma xepa a trabalhar para mim.
só aqui vim dizer isto, que o balde e a esfregona esperam-me lá em baixo, os cabrões...
odeio.
4 de março de 2011
cowgirl
se é para ir de cowgirl, é na boa, mas só se for assim!
aposto que com tantas manchas, nem vão perar na celulite aqui da menina...
tenho que arranjar a piruca rosa, pá...
aposto que com tantas manchas, nem vão perar na celulite aqui da menina...
tenho que arranjar a piruca rosa, pá...
car-ni-val
nunca fui dada ao Carnaval. Acho que a última vez que me mascarei a sério, tinha entre os 7 e os 9 e fui vestida de "cowgirl", que eu era uma gaja dada aos westerns e a gajos de chapéu à banda e a cheirar a cavalo...no, not really, mas gostava da ideia de ser independente e andar a cavalgar pelas planicies ...ou então era mesmo porque era a única máscara que a minha mãe arranjou em cima da hora.
Depois disso, não me lembro de ter mais alguma vez gostado de me mascarar.
Tenho aversão a máscaras. Não curto palhaços, e desconfio sempre de sorrisos de plástico.
E depois há o samba. Em Portugal, o carnaval é uma tradição que suplanta em muito as simulações de sambódromos com gajas semi-nuas a sacudir as panças brancas. Existem tradições bem mais interessantes, e cortejos com muito mais piada, mas pouco se ouve falar.
Quando era miúda gostava de ver os cortejos dos Gigantones, ou os cabeçudos, mas nunca mais ouvir falar disso.
Demódes que, este ano só vou sacudir e abalar por causa do meu filhote. Sou capaz de mandar umas serpentinas aqui pela casa, e atirar uns confétis ao som de um "yo no parlo americano" só naquela de entrar na onda do crianço, que é para não me chamarem mãe desnaturada.
Depois disso, não me lembro de ter mais alguma vez gostado de me mascarar.
Tenho aversão a máscaras. Não curto palhaços, e desconfio sempre de sorrisos de plástico.
E depois há o samba. Em Portugal, o carnaval é uma tradição que suplanta em muito as simulações de sambódromos com gajas semi-nuas a sacudir as panças brancas. Existem tradições bem mais interessantes, e cortejos com muito mais piada, mas pouco se ouve falar.
Quando era miúda gostava de ver os cortejos dos Gigantones, ou os cabeçudos, mas nunca mais ouvir falar disso.
Demódes que, este ano só vou sacudir e abalar por causa do meu filhote. Sou capaz de mandar umas serpentinas aqui pela casa, e atirar uns confétis ao som de um "yo no parlo americano" só naquela de entrar na onda do crianço, que é para não me chamarem mãe desnaturada.
2 de março de 2011
SPORTING
meus ricos meninos que lutaram até ao fim, pá!
que aquilo só deu verde todo o jogo, pá!
e no último minuto vem um senhor vermelho mau e fode o sonho à malta, pá!!!!!!!!!!!!!!
que eu sou pelos bixos, mas era pegar na águia e DEPENÁ-LA TODA, PÁ!!!!!
coires...
que aquilo só deu verde todo o jogo, pá!
e no último minuto vem um senhor vermelho mau e fode o sonho à malta, pá!!!!!!!!!!!!!!
que eu sou pelos bixos, mas era pegar na águia e DEPENÁ-LA TODA, PÁ!!!!!
coires...
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